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07 maio, 2012

Aprenda um Pouco Mais - Projac: o mega centro de gravação da TV globo!



Projac - Central Globo de Produções


VOCÊ SABIA?

- PROJAC, é a sigla para: Projeto Jacarepaguá, ou mais popularmente conhecido como: Central Globo de Produções (CGP), e é lá que são gravados a maioria dos programas da emissora. O Complexo cinematográfico foi inaugurado em outubro de 1995, e fica localizado na Zona Oeste do Rio de Janeiro no bairro de Jacarepaguá. O PROJAC conta com uma central de geração própria de energia elétrica, com capacidade para gerar 43.300 MW/ano, e é movida à gás natural. O consumo de energia na CGP equivale ao de uma cidade de 75 mil habitantes. Há também lá, estações próprias de tratamento de água, esgoto e tintas, sistema de refrigeração menos agressivo ao meio ambiente, gerenciamento dos resíduos e reciclagem. 

Estúdio de Efeitos Especiais
 
NÚMERO GLOBAIS

- Passam pelo PROJAC uma média de 6.000 pessoas por dia.

- Por mês, são produzidas mais de 300 garrafas cenográficas de resina, que quando quebradas, não cortam! O departamento de efeitos especiais, já construiu mais de 100 réplicas de aeronaves, navios e edifícios, e produziu mais de 500 efeitos climáticos controlados, entre eles: furacões, tornados, maremotos, terremotos e tempestades.

Cenário móvel (CGP)

- Cada novela, utiliza em média 120 cenários fixos, mais 23 cenários móveis que são montados e desmontados diversas vezes durante a semana de trabalho. Todo ano são gastos com essas montagens 550 mil metros de plástico laminado, 64 toneladas de pregos e 360 mil litros de tinta.

Costura e Alfaiataria do PROJAC

- A fábrica de figurinos faz em média, 1.200 peças por mês e o acervo total do mesmo é de aproximadamente 279.000 roupas. Cada novela utiliza até 15.000 itens, sendo os figurinos de época, os mais trabalhosos de se fazer: cada peça demora até 20 horas de trabalho manual para ficar pronta.

- Apenas para as cidades cinematográficas, é destinada uma área de 134.000 metros quadrados. Por ano são gravadas aproximadamente 17 novelas nessa área. Por ano são usados 9.000 metros cúbicos de madeira e compensado. Uma dessas cidades cinematográficas, contam com uma igreja, de tamanho real, super detalhada. Ela foi construída, após a arquidiocese do Rio de Janeiro, proibir a emissora, de gravar cenas de casamento em suas igrejas. Dentro desse complexo também está localizada a famosa casa do Big Brother Brasil (BBB).

Cenário da novela, Caminho das Índias

- Todo mês a equipe de maquiagem cuida de aproximadamente 8.000 figurantes o que resulta, ao final de um ano, em 72 litros de hidratante, 80 litros de shampoo e 192 litros de gel para cabelo. Funcionários, artistas e figurantes, consomem um total de 35.000 litros de café e 120.000 litros de água por mês!

- O PROJAC conta com 6 estúdios com 1.000 metros quadrados cada e mais 4 com 560 metros quadrados, onde são gravados séries e humorísticos. Todos os anos, nos estúdios do complexo são gravados cerca de 2.500 horas de gravações (entre, séries, humorísticos, programas de auditório e telejornais), o que equivale à 1.200 horas de longametragens.

Acervo de Figurinos da "CGP"
 
NÚMEROS GLOBAIS COMPARADOS
  • Área Total: 1,65 milhões de metros quadrados = 230 campos de futebol
  • Mata Atlântica: 70% da área total = 3/4 do parque do Ibirapuera, em São Paulo
  • Consumo de Água Mensal: 20 milhões de litros = 8 piscinas olímpicas
  • Refeições Servidas: 5 mil por dia = serve 1 pessoa por mais de 4 anos
  • Postos de Segurança:  109 unidades = 60 delegacias na cidade do Rio

28 abril, 2012

Aprenda um Pouco Mais - A casa do Prefeito da cidade Maravilhosa


RESUMO RÁPIDO DESCRITIVO

A Gávea Pequena é a residência oficial do prefeito da cidade do Rio de Janeiro, no Brasil. Situa-se no bairro do Alto da Boa Vista, na Estrada da Gávea Pequena.

A história da Gávea Pequena começou no início do século XIX, quando o francês Louis François Lecesne comprou terras ali e começou a plantar café. Depois disso, as terras foram se desmembrando, tiveram outros proprietários e, em 1916, parte delas foi vendida à prefeitura do Distrito Federal por quarenta contos de réis. O plano era transformar o local numa colônia de férias para a prática de esportes. O lugar acabaria virando um playground de prefeitos e presidentes, como Washington Luís, que vivia na casa. Na década de 1930, quando o grande mal à vista era a praga de saúvas, a casa virou sede de um certo Serviço de Extinção de Formigas. Lá pelas décadas de 1940 e 1950, com a chegada de estradas que facilitaram o acesso, a região despontou como endereço de chácaras de elite e o casarão tornou-se reduto de fim de semana do poder. Na dácada de 1960, Harry Stone, o "embaixador" de Hollywood no Brasil, fazia lobby para o cinema americano promovendo seletas pré-estreias para políticos e pessoas influentes. Um dos endereços preferidos para essas sessões era justamente a Gávea Pequena, na época usada por Negrão de Lima, governador da Guanabara. Vinte anos antes, Getúlio Vargas já ocupava o casarão para encontros com políticos e amigos íntimos, como a vedete Virgínia Lane.

O casarão em estilo chalé romântico tem decoração austera, sendo o máximo de ostentação um quadro de Di Cavalcanti de 1961 que decora a sala de jantar para dezesseis pessoas sentadas e um piano de cauda francês da marca Pleyel. Até os quartos (oito) são sóbrios. A casa tem sala de cinema, sala de estar com lareira, sala de jogos e sauna. A construção é cercada por jardins de Roberto Burle Marx, tem piscina, quadra de tênis, campo de futebol, casa na árvore para as crianças, cachoeira, capela, horta e uma imensa criação de patos, marrecos, galinhas exóticas, coelhos e pavões. A propriedade inclui, ainda, 131 000 metros quadrados de Mata Atlântica. O local é bastante arborizado e possui muitos animais selvagens como por exemplo tatus, mico-estrelas, gambás e teius.

CURIOSIDADES
 
Fatos curiosos que aconteceram na Gávea Pequena: em 1978, o presidente americano Jimmy Carter visitou o local; em 1981, se recuperou na casa de um infarto o presidente brasileiro João Figueiredo; em 1988, o prefeitor da cidade do Rio de Janeiro, Saturnino Braga, ficava para cima e para baixo num fusca, após ter decretado a falência da cidade; em 1992, o político Mário Juruna apareceu inesperadamente e ficou dez dias na casa; em 1995, o tenor Luciano Pavarotti participou de um jantar e, para a frustação dos convidados, não soltou a voz nenhuma vez.
Depois que virou residência oficial da prefeitura do Rio de Janeiro (após o fim da regime militar em 1985), o único prefeito que não morou na Gávea Pequena foi Luiz Paulo Conde.


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